terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Lenda de Papai Noel


Há muito, muito tempo, numa terra de neve eterna, no alto das montanhas da Lapônia, vive cercado de elfos e duendes, um velhinho bonachão e sorridente que é conhecido no mundo todo por vários nomes.

Entre nós, brasileiros, ele é conhecido como Papai Noel. Sua casa fica dentro de uma floresta, cercada de pinheiros e a ela só têm acesso os animais que vivem por ali. Ele mora com sua esposa Mamãe Noel, os elfos que o auxiliam na mágica oficina de brinquedos e as nove renas voadoras que, uma vez ao ano, na noite de Natal, voam pelos céus mundo afora levando o velhinho para a já tradicional distribuição de brinquedos e doces. Essas renas mágicas se chamam Rodolfo, Corredora, Dançarina, Empinadora, Raposa, Cometa, Cupido, Trovão e Relâmpago. A rena Rodolfo tem o nariz vermelho e brilhante, pois é a que vai à frente das demais e serve de guia para as outras que a seguem. Papai Noel voa em seu trenó repleto de brinquedos e vai levar esperança e alegria para todas as pessoas.

Dizem que ele presenteia as crianças que foram boazinhas e bem comportadas durante o ano e, como castigo, nada leva para as que foram malcriadas, malvadas, mal comportadas. Mas eu não creio que ele realmente castigue alguém! Crianças do mundo todo escrevem cartinhas para ele contando suas façanhas e pedindo os presentes que desejam ganhar na noite de Natal. Os correios ficam abarrotados de correspondência para o bom velhinho que, de uma maneira mágica, recebe e lê todas ainda antes da data principal.

Talvez, hoje em dia, ele as receba via internet, mas nem a modernidade quebra o encanto de sua figura. Ao longo dos tempos suas roupas de gala foram mudando, de acordo com as épocas e, na atualidade, ele se veste com um casaco vermelho com golas e punhos de pele artificial branquinha, calças também vermelhas e botas e cinto de courino preto. Ele é um bom velhinho, rechonchudo e muito alegre, com cabelos e barbas tão brancos como os arremates de suas roupas e, politicamente correto, jamais usaria peles e couro de animais.

Eu sempre acreditei no Papai Noel e, quando criança, não deixava de escrever uma cartinha para ele todos os anos e, depois, ficava esperando sua visita misteriosa na Noite de Natal para ver se meu desejo seria atendido. Geralmente ganhava os presentes que desejava e, por ter sido um bom menino e bom aluno durante o ano, ainda recebia outros como recompensa. Como em casa não havia chaminé, meus pais deixavam uma janela aberta para que ele entrasse quando todos estivessem dormindo e espalhasse, sob a árvore de natal, presentes para todos. E de manhãzinha, quando acordávamos, era uma explosão de alegria encontrar sob o pinheiro colorido uma porção de presentes embrulhados em papéis decorados e presos por fitas e laços coloridos.

Sua figura tem diversas origens, mas a mais conhecida é a do Arcebispo de Mira, na Turquia, Nicolau Taumaturgo, que viveu no século IV e costumava ajudar, anonimamente, quem estivesse em dificuldades financeiras, deixando nas chaminés das casas, um saquinho com moedas de ouro. Mais tarde, na Alemanha, aconteceu a transformação do santo em um símbolo natalino. No entanto, apenas em 1822, um professor de literatura grega de Nova Iorque, escreveu o poema “Uma visita de São Nicolau” para seus seis filhos, onde pela primeira vez o bom velhinho viaja num trenó puxado por renas e visita os lares entrando pelas chaminés. Nessa época, muitas pessoas tinham o hábito de limpar as chaminés nessa época, para que a boa sorte entrasse em suas casas e ali permanecessem durante todo o novo ano. Mas na Lapônia, onde vive o Papai Noel, antigamente se vivia em pequenas tendas, cobertas com pele de rena, semelhantes a iglus e a única entrada para essas “casas” era um buraco existente no telhado.

Em 1886, o cartunista alemão Thomas Nast publicou na revista Harper’s Weeklys a figura do Papai Noel usando, pela primeira vez, suas roupas vermelhas com detalhes em branco e botas e cinto pretos. Até essa data ele apareceu de várias formas: com roupas de bispo, ou roupas de inverno na cor verde, como as usadas pelos lenhadores.

Apenas em 1931 a Coca-Cola realizou uma grande campanha publicitária vestindo-o com as roupas em vermelho e branco, como as do cartunista Nast, devido principalmente a serem as mesmas cores do rótulo. Essa campanha, destinada a promover o consumo da bebida durante o inverno alcançou enorme sucesso e, especialmente devido aos novos veículos de divulgação, a imagem espalhou-se rapidamente pelo mundo. E como é um velhinho extremamente simpático e bem humorado, acabou se confundindo com os símbolos do Natal. Mas a Coca-Cola não foi a responsável pela sua criação!

A figura do Papai Noel é bastante controversa e criticada por ser um símbolo do consumismo, do americanismo, da Coca Cola e outras coisas mais. Dizem também que sua figura acaba desviando a atenção das verdadeiras origens e propósitos do Natal. Também dizem que ele não visita as crianças da África, dos países orientais, muçulmanos, etc.. E nos países por ele visitados, não presenteia as crianças mais pobres e menos favorecidas. E por isso discrimina essas crianças.

Na verdade, poderíamos associar tudo a essas diferenças (religião, crenças, usos e costumes, pobreza, etc.), mas como frutos do capitalismo nascemos e nos tornamos adultos consumindo muito mais do que, na realidade, necessitaríamos para viver. A distribuição de renda é excludente e discriminatória. Somos “possuidores” por natureza. Possuímos casas, apartamentos, sítios, fazendas, casas de praia e/ou de campo, além de possuirmos automóveis, motocicletas, bicicletas, iates, barcos, ilhas e até aviões. E na verdade, não precisamos de tudo isso para vivermos! Também possuímos roupas, agasalhos, jóias e acessórios além das nossas necessidades. E o que poderíamos dizer dos nossos alimentos? Quantas pessoas poderíamos alimentar com aquilo que consumimos em nossos lares? E bebemos vinhos, champanhe, refrigerantes, “Coca-Cola”, sucos e tantas outras coisas que os menos favorecidos, muitas vezes nem conhecem!
E também trocamos presentes! E gostamos disso!
Não apenas no Natal, mas na Páscoa, no Dia das Crianças, no Dia dos Namorados, nos nossos aniversários e em tantas outras datas! Por que, então, criticarmos as tradições natalinas? Elas servem, inclusive, para nos lembrar que, nessa data, se comemora o nascimento de Jesus! E tal data deve ser comemorada com amor, com alegria, com esperança! E, por que não com presentes? E por que excluir a figura rechonchuda, alegre e bem humorada do Papai Noel?

Resta a cada um de nós, em nossos momentos de recolhimento, meditar sobre a importância e a magnitude dessa data e tomarmos uma resolução: de agora em diante, espalhar o verdadeiro Espírito de Natal e levar aos menos favorecidos, não apenas nessa data, mas em todos os dias do ano, um pouco daquilo que torna nossas vidas mais confortáveis. Levar aos menos favorecidos um pouco de conforto e de compaixão e, com eles, dividirmos nossos alimentos, nossas roupas, nossas bebidas e nossa esperança de que o ser humano é, em essência, bondoso e sabe compartilhar com alegria tudo aquilo que Jesus, em Sua infinita bondade nos concedeu!


Por Zeca Paes Guedes


23 comentários:

Miguel S. G. Chammas disse...

Zecamigaço,
este texto, no meu entender, não poderia ter sido escrito por outro alguem se não você.
Conheço-o de priscas eras. Sei dos teus sentimentos, sei da tua cultura, conheço tua bonomia, conheço muitas, ou pelo menos algumas de tuas muitas facetas e, assim,percebi que nas entrelinhas deste texto, você se desvendou totalmente, mais uma vez.
Graças ao bom Deus, temos você entre nos, escrevendo textos e
comentando outros.
É assim que eu te vi sempre e ganhei-te de presente algum tempo atrás.
Escreva amigo, escreva sempre e cada vez mais. Teus textos são presentes carinhosos em todas as noites do ano transformadas, cada uma, numa especial noite de Natal.
FELIZ NATAL prá você amigo!

Soninha disse...

Olá, Zeca!

Que lindo texto!
Sou adepta da simbologia feliz... daqueles ícones que nos fazem lembrar coisas boas...as coisas de nossa infância, de nossa juventude, de toda a nossa vida...
E a figura de Papai Noel nos reporta a momentos bons, lembra alegria, lembra festa de Natal...
Enfim, também não condeno os enfeites, luzes e tudo o mais que enfeitam as casas e as ruas de todas as cidades do mundo, na época do Natal.
Evidente que temos de voltar o pensamento para seu real significado e aí é que está o segredo do Natal... Procurar enviar as melhores vibraçções de solidariedade, de fraternidade, de amor e de paz que o mundo tanto necessita.
Feliz Natal, Zeca, querido amigo, e a todos os seus familiares, estendendo a todo o povo de Paraty!
Boas Festas!
Muita paz!

Falcão do Morro disse...

Belo texto Zeca.
Didático e sublime.
Parabéns e um feliz natal.
Marcos Falcon

joaquim ignacio disse...

Zeca, parabéns pelo texto, parabéns por você ser quem você é, parabéns pelo processo elucidatório, pelo destrinchamento (no popular!) de lendas, mitos, situações. Você, Natale, Modesto e todos os outros escritores deste blog, são desbravadores que, a cada artigo, crônica ou conto, executam craniotomias que ao invés de retirar material de nossos cérebros, colocam mais conhecimento em nossas "moringas".
Abraços, Feliz Natal e bom início de 2012 (será que o mundo vai acabar mesmo?) prá você e família!
Ignacio (e Odete)

Wilson Natale disse...

ZECA: Bravíssimo! Texto ótimo e criativo. A evolução do Papai Noel anda esquecida por muitos. Pena! O que vale agora é que o teu texto fica ai, pela internet a espera de alguém que queira conhecer a história o bom velhinho.
Gostei muito!
Se o mundo vai acabar, eu não sei. Mas, segundo o meu avô, isso nos anos 50, o mundo havia acabado fazia tempo. (risos).
Abração, Natale

Zeca disse...

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Miguel, velhamigodopeito!

Há muitos Natais EU ganhei do Papai Noel um Lobo Praiano, que se transformou no meu “velhamigodopeito”. De lá para cá, nem as reviravoltas da vida, nem as peripécias que, muitas vezes somos obrigados a fazer para driblar ou solucionar problemas tiraram esse Presente de mim! E agradeço a Deus por isso.
Anos depois, através de você, ganhei outro Presente do Papai Noel! A Soninha, com sua bondade, sua tranqüilidade, seus cuidados! E sei que ela também vai ficar para sempre e, por isso, agradeço sempre a Deus.
Depois foi a vez dela intermediar um outro Presente que o bom velhinho me deu! Foi o Memórias de Sampa e toda a sua turma, que foi entrando no meu coração e dele hoje faz parte, como se sempre ali estivessem. E tenho certeza de que eles também permanecerão. E meus agradecimentos a Deus são permanentes.
Como vê, velhamigodopeito, os melhores presentes que o bom e velho Noel pode nos dar são os bons e queridos amigos! E por tudo isso eu dou graças a Deus!

Feliz Natal pra você(s) e pra todos os seus entes queridos!

Abração

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Zeca disse...

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Soninha, querida amiga!

A festa de Natal, na minha opinião, é uma das mais coloridas, mais alegres, mais musicais! E todos os seus símbolos, geralmente, nos levam nessas direções e nos trazem boas lembranças.
Devemos comemorá-la sem culpas, sem vergonhas; devemos comemorá-la com o espírito livre e aberto para o amor, a fraternidade, a solidariedade e a paz.
E o símbolo maior dessa data, que é o nascimento de Jesus, deveria ser aproveitado por todos nós para praticar verdadeiros renascimentos em nossas vidas, a partir do ensinamento máximo do Aniversariante: amar ao próximo como a si mesmo.

Feliz Natal pra você(s) e pra todos os seus entes queridos!

Abração

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Zeca disse...

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Falcon!

Obrigado pelas tuas palavras e pelos teus votos.

Feliz Natal pra você(s) e pra todos os seus entes queridos!

Abraço

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Zeca disse...

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Ignácio!

Seus cumprimentos, para mim, têm um peso enorme. Imagine, comparar-me ao Natale, ao Modesto e a você mesmo, pessoas de quem sou fã declarado. Apenas tento escrever o que trago no coração, para merecer o espaço que tão generosamente me foi dado no Memórias de Sampa.

Feliz Natal pra você, para a D.Odete e pra todos os seus entes queridos!

Ah! E eu não acredito nessa história de fim de mundo no próximo ano, não! Nós, humanos, bem que estamos tentando, mas não será tão breve... a Mãe Terra é muito mais forte do que podemos imaginar!

Abraços

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Zeca disse...

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Natale!

Como já disse ao Ignácio, um elogio seu tem uma enorme importância para mim, pois sou seu fã declarado e tenho consciência de que meus textos não chegam aos pés dos seus. Mas agradeço, envaidecido. E como não creio nessa história de fim do mundo em 2012, teremos ainda muitos anos pela frente para trocar figurinhas por aqui.

Feliz Natal pra você(s) e pra todos os seus entes queridos!

Abração

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Luiz Saidenberg disse...

Bela biografia, Zeca. Que o retratado venha para todos nós, na noite de Natal, como qdo éramos pequenos e íamos esperar o o presente depois da meia noite, debaixo do pinheiro ou nos meiões dependurados...só não valia deixar as botinas na janela! Feliz Natal a todos!

Luiz Saidenberg disse...

Em tempo: jamais escrevi que Papai Noel, ou Santa Claus(do velho e original São Nicolau) foi inventado pela Coca. Essa o reciclou, deu-lhe novas vestes e renas, bela publicidade e soltou-o pelo mundo afora, voando pelo Natal, qdo conseguiu a adesão de vários países.

Wilson Natale disse...

Zeca, o segredo de se fazer um texto é um segredo de policinelo! Fazer um texto é o mesmo que conversar com quem nos lê.
E você conversa, conta coisas e informa. Eita coisa boa!
Se você estivesse pessoalmente me contando tudo isso que colocou no seu texto eu ouviria e te diria que lembrei das informações preciosas que me deu o meu tio Amedeo sobre Papai Noel.
Contaria que, preocupado em como um papai Noel gordíssimo, carregando um saco enorme, conseguia entrar pela chaminé. Então, meu tio explicou que era mágica! Eu perguntei como. Ele disse que a coisa era igual a do coelhinho da páscoa. Que, no fosse a magia, ele, com o fiofó pequenino jamais botaria aqueles ovos enormes. Não fosse a magia, o papai Noel, no pior dos casos entalaria na chaminé. Ahahahahaaaaa!!!
Já o meu avô contava que o papai Noel, por magia, diminuia o seu tamanho até caber na chaminé que teria de descer. Quanto ao tal coelhimho, ele botava o ovo pequenino e despos de botado, o ovo crescia.
Só não contou porque era o coelho e não a coelha que botava os ovos. Toda vez que perguntávamos ele se contorcia e chorava de tanto rir.
E quanto ao mundo, não acabará tão cedo, talvez daqui a cem milhões de anos... Quando essa data estiver próxima, ai sim eu vou morrer de medo... Ahahahahaaaaaa!
Deu para você perceber que estou fazendo um curso para me tornar em um Matusalém! Ahahahahaaaaa!
Abração,
Natale

margarida disse...

Zeca, Sou fã do Papai Noel desde que me conheço por gente.Sua figura estava sempre presente nos natais da minha infancia e continua agora aqui em casa. Minha netinha e eu conversamos com ele muitas vezes por dia.
Seu texto, belíssimo, trás a lenda sobre o papai Noel e que muita gente desconhece , o que ficou foi a imagem de bom velhinho que nunca esquece de ninguém nas festas de natalinas. A data que simboliza o nascimento de Jesus, vem para renovar e fortalecer o amor ao próximo, o amor a vida, o amor em todas as atividades que movimentam nossa vida.
Esquecer o verdadeiro espírito de natal, jamais!Todo dia deve ser dia de natal. Um Feliz Natal para você e toda sua família. Um grande beijo.

Laruccia disse...

Zeca, sua monumental ode ao Papai Noel merece (e vc as teve) os melhores comentários de nossos parceiros. Não esgotaram os conceitos que tal escrita merece, disponho, no momento apenas a síntese de tudo que vc merece. Vc nos brindou com uma aula de história insuperável, bela, totalmente compreesível, curiosa e encantadora. Parabéns, Zeca.
Laruccia

Zeca disse...

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Saidenberg!

Você tem razão! Já naquela época não podiamos deixar as botinas na janela, sob o risco de termos um falso Papai Noel levando-as ao invés de recheá-las de presentes!
Só não entendi o seu segundo comentário: não disse no meu texto que você escreveu sobre a invenção da Coca-Cola! Apenas contei a origem do bom velhinho, com suas roupas vermelhas, seu trenó e suas renas voadoras no poema escrito pelo professor nova-iorquino aos seus filhos, lá no século XIX! E o boato de que foi criação da Coca-Cola se deve aos críticos do mundo todo que associam a figura gorducha e sorridente à repaginada que lhe deu a fábrica do refrigerante. Por sinal, uma das melhores campanhas publicitárias de todos os tempos!

Que Papai Noel seja generoso com você, seus familiares e todas as pessoas que lhes são caras, dando-lhes grandes alegrias e realizações. E que o Natal lhes seja muito feliz, com saúde, paz, realizações e muita tranqüilidade!

Abraços

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Zeca disse...

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Natale!

Eu nunca me senti um “escritor”, apenas uma pessoa que gosta de escrever. E assim, procuro escrever, como você tão bem o faz, nessa conversa direta com o leitor, como se estivéssemos mesmo batendo um papo.
Mas os seus comentários, recheados de detalhes e, quase sempre com uma pequena história no meio, me enchem de prazer! E essa mistura do coelho da Páscoa com o bom velhinho do Natal me remete às minhas próprias dúvidas infantis. Eu também questionava essa história do fiofó do coelho que botava ovos até maiores que o próprio, além da insistente pergunta: “porque O coelho e não A coelha???
E no caso do seu curso para Matusalém, passe o endereço para nós. Tenho certeza que vários dos nossos companheiros se interessarão... inclusive eu! Hahahahaha

Que o Papai Noel se materialize na sala da sua casa com a “sacola reutilizável” (É! Tempos modernos!) repleta de alegrias. E que o Deus Menino abençoe a você e a todos os seus familiares, com muita paz, saúde, tranqüilidade, alegrias, realizações... e tudo aquilo que os façam ainda mais felizes!

Abração

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Zeca disse...

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Margarida!

Que a consciência de que “todo dia deve ser dia de Natal” se apodere de todos os corações para que sobreviva e se sobreponha o verdadeiro espírito de Natal durante todos os dias do ano! Tenho certeza de que é isso mesmo que você passa para sua netinha em todas as conversas com o Papai Noel ou com o Menino Jesus.
Agradeço suas belas palavras e desejo

Que o Papai Noel venha carregado de brinquedos para a netinha e saúde, paz, tranqüilidade, alegrias e realizações para você e para toda a sua família, sempre com as bênçãos do Deus Menino!

Abraço

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Zeca disse...

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Laruccia!

Não tenho palavras para agradecer a gentileza das suas! Apenas posso dizer que aproveito esta oportunidade para desejar-lhe, à sua família e a todos aqueles que lhe são caros

Uma visita generosa do Papai Noel, carregado de alegrias e esperanças e que o Natal venha repleto de saúde, paz, alegrias, tranqüilidade e realizações!

Abraço

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marcia ovando disse...

Uma aula e tanto! Didático e esclarecedor.Parabéns!
abraço grande

Zeca disse...

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Márcia!

Obrigado pelas palavras, sempre tão gentís! Procurei simplificar um pouco as muitas histórias que cercam o bom velhinho e deu no que deu. Mas eu realmente gosto muito dessa figura! Então...

Que Papai Noel visite a sua casa neste Natal, deixando muita paz, muita saúde, muitas alegrias e muito amor!

Abraço

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suely aparecida schraner disse...

Descrição formidável. Um relato para a posteridade. Inesquecível!

Zeca disse...

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Suely!

Obrigado pelas palavras, sempre simpáticas e carinhosas.

Aproveito a oportunidade para desejar-lhe, e a todos os seus entes queridos, um Natal repleto de paz, saúde, alegrias e realizações!

Abraço.